terça-feira, 16 de junho de 2009

Governo avança e “casamento gay” pode sair


Conforme extraído do site "Portal Padom"

O Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) lançado nesta quinta-feira [14 de maio de 2009] pelo governo federal defende a união estável e não o casamento homossexual. A justificativa do ministro Paulo Vannuchi (Secretaria Especial dos Direitos Humanos) é que a união deve enfrentar menos resistência durante a tramitação da proposta no Congresso.

A ideia do governo é eliminar o peso que a discussão sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo gera nos diversos setores da sociedade. Caso aprovada, a proposta seria um dispositivo legal que garantiria aos homossexuais o reconhecimento como casal, mas não lhes daria as mesmas garantias que os casados têm, como a permissão para adotar o sobrenome do companheiro.

Os casais homossexuais passariam a ter direito, por exemplo, inclusão no plano de saúde como dependente, a pensão em caso de morte do cônjuge, pensão alimentícia e herança.

A proposta do governo conta com o apoio da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais). “Queremos a união estável. Não defendemos matrimônio –embora até fosse interessante a gente de smoking, casando, jogando buquê, jogando arroz, fazendo toda aquela festa– mas o que queremos é que nossos direitos sejam respeitados”, afirmou Toni Reis, presidente da ABGLT.

Vannuchi afirmou ainda que alguns órgãos públicos já podem se antecipar a aprovação da lei e começar a reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. “Se antes de aprovar, a CEF [Caixa Econômica Federal] começar a fazer, se a Petrobras começa a fazer, o Banco do Brasil começar a fazer, as montadoras começam a fazer para seus funcionários, a mudança na sociedade já vai antecipando a lei e a lei depois complementa o processo”, disse.

Um ponto polêmico do plano trata da classificação etária dos programas com conteúdo homofóbico. Pela proposta, programas de TV com conteúdo homofóbico só poderão ser exibidos entre 6h e 23h. A medida teria efeitos sobre programas de humor ou religiosos que atacam a homossexualidade, mas não se aplicam a programas jornalísticos, esportivos e à publicidade.

Ao todo o plano conta com 50 diretrizes que foram rascunhadas na última Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em junho do ano passado. As ideias foram analisadas por 18 ministérios, que descartaram algumas e chancelaram outras. Há ações previstas nas áreas de educação, saúde, segurança pública e cultura, entre outras.

Entre as propostas, estão o fim da perseguição e criminalização de militares homossexuais; a produção de material didático sobre os temas que envolvem a questão para orientar professores; a articulação de uma rede nacional de combate à homofobia, lesbofobia e transfobia; o estímulo ao turismo LGBT e o encaminhamento de mulheres transexuais e travestis condenadas para presídios femininos.

Fonte: FOlha Online / www.padom.com

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Não poderia deixar de postar uma maravilha destas aqui...

Divirtam-se!

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Pussycat Dolls ou Pussycat Boys?

Perez Hilton twittou e eu posto eles aki, afinal elas são chiques, benheeeee...
NightBoys e o Clipe megabadalado deles de "When I grow up"



A principal quase não é pintosa, nean?

domingo, 14 de junho de 2009

Comentário de Josafá Batista a uma postagem do blog "Língua."

Veja abaixo o comentário de Josafá Batista no Blog Língua


Aldo, na verdade a alegação dos evangélicos é que eles querem leis que os permitam criticar a prática homossexual, não os homossexuais propriamente ditos. Para isso, evocam o direito à expressão e à liberdade de culto garantidos na Constituição.
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Ou seja, os evangélicos consideram que a sua crítica à prática homossexual faz parte do exercício da sua religião e que, conseqüentemente, proibir esse direito seria proibir o próprio exercício da religião.
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A argumentação é boa, mas eles estão errados.
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A lei garante o exercício de culto, mas não garante que um direito seja exercido para atacar um outro direito, isto é, o direito que os homossexuais têm de expressarem a sua homossexualidade da forma como bem lhes convier.
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Além disso, a fundamentação da crítica evangélica é religiosa, não civil nem política. Trata-se portanto de uma doutrina, um ponto de vista religioso, e uma lei civil não pode basear-se em um pressuposto doutrinário para legislar sobre todos. Pelo menos, não nos Estados laicos.
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Essa diferenciação entre "crítica ao homossexual" e "crítica à prática homossexual" é um artifício de retórica: não existe comportamento homossexual fora da prática social real, a não ser em imaginação. Portanto, todas as vezes que essas leis forem usadas para criticar "a prática homossexual" elas vão se referir, sempre, a fatos e pessoas reais e não a situações ideais ou imaginárias.
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Portanto, do ponto de vista político esse tipo de legislação é absurda. Mesmo assim, o seu querido Estado do Rio de Janeiro, por meio do Tribunal de Justiça de lá, embarcou na onda evangélica e aprovou uma lei que garante às igrejas criticar a "prática homossexual", regulamentando assim o princípio do preconceito civil por meio da religião.
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Espero que os juristas acreanos não sigam esse exemplo. Espero que eles não peguem corda dessa multidão de povo-gado, que reproduz livremente a alienação de seitas enlatadas que nada têm a ver com a mística brasileira e amazônida.

6/14/2009 11:47:00 AM

quarta-feira, 10 de junho de 2009

COMO USAR UMA MÁSCARA DE PROTEÇÃO CONTRA A GRIPE SUÍNA

Vi este vídeo e não pude resistir...


Escreva um "best seller" em seis passos

Quer ver sei livro nas listas de mais vendidos? A gente ensina a receita! - Conforme publicado na revista GALILEU de junho de 2009.

I - PEGUE UM HEROI

Desde a Grécia Antiga, os leitores precisam de um mocinho por quem torcer. Além de algum dom especial (como superpoderes, força ou inteligência), o heroi precisa ser corajoso e incorruptível. É necessário que ele enfrente dificuldades terríveis antes de sair vitorioso.
EXEMPLO: Harry Potter.

II - SALPIQUE MUITOS "FATOS"

Para que o público não sinta que está perdendo tempo em ler algo sem novidades, use linguagem clara e apresente dados. Se o romance for policial, conte em detalhes como é feita a perícia, as novas tecnicas laboratoriais, o perfil psicológico do criminoso.
EXEMPLO: Código Da Vinci traz dados (não necessariamente verdadeiros) sobre religião.

PS. AMANHÃ PUBLICAREI A CONTINUAÇÃO DA RECEITA. BJUS.